
Durante o último canto, alguns dos participantes abrem as portas da igreja. Todos se recolhem ao redor da fonte batismal. Agora estão acesas todas luzes possíveis.
O dirigente tem diante de si um recipiente que contém água benta.
D Em algumas regiões italianas há um belíssimo costume. Na manhã de Páscoa, as mães apanham um pouco da nova água benta na igreja e a levam para casa. Com esta água lavam os olhos de suas crianças ao acordarem. Agora, quem quiser, pode repetir o gesto: para lembrar o nosso batismo, para simbolizar que agora nossos olhos estão abertos à luz da fé, sabem ver as maravilhas de Deus e discernir dentre os tantos caminhos humanos àquele que leva a eternidade. Porque agora somos homens que vêem o invisível.
CANTO FINAL
Nesta proposta de celebração do Caminho da Luz,
cada "estação" é caracterizada por um elemento concreto
(a alvorada, a fresta, o nome, o caminho,
o pão, o sopro, a rede, etc)
que a fantasia dos organizadores
deve saber aproveitar como
"portador de imagens".
O número de estações e os versículos
dos trechos da Escritura podem ser,
também, adaptados às circunstâncias.
No início da celebração os participantes
se reúnem em silêncio.
Deve ser um silêncio palpável.
O ambiente está no escuro absoluto.
Somente à primeira estação se acenderá uma luz.
O mesmo ocorrerá a cada estação sucessiva.
Se a celebração ocorrer na igreja,
as portas centrais devem estar obstruídas.
Entre uma estação e outra os participantes
cantam o estribilho de um canto pascoal.